15 de jun de 2009

Pedofilia, Publicidade e Machismo

"UM ESTIMULO SEXUAL QUE AS MAÇÃS PODRES NUNCA Esquecem"

Se o ato de protesto do WLM (Mulher Liberty Movement) contra os estadunidenses concursos de beleza, fato que ficou registrado como "A queima do sutiã de Outubro de 68" (Bra-Burning), Em Atlantic City, foi intencional ou não, se ocorreu ou não, pouco se pode saber. Segundo textos pesquisados, não houve nenhum queima de sutiã ou qualquer apetrecho estético. Entretanto, foram várias as manifestações de uma cultura machista REPÚDIO ocorridas neste ato: teatro de guerrilha, porcos Coroados como Miss América ", bombas de fedor", etc Mas ainda assim, este ato de protesto e "tentativa de incêndio", tornou - se um dos maiores símbolos da história recente da luta das mulheres. Graças aos jornais que escandalizados, forjaram uma matéria para caracterizá-las como loucas e histéricas. O tiro saiu pela culatra. Um mito foi criado em favor da luta feminista. Mas protestos se estas mulheres não tivessem em seus radicalizado, história "tal" teria tido alguma repercussão?
Eis uma época que o movimento feminista caracterizava-se por atitudes enérgicas, contrarias Inovadoras e como normas morais vigentes de comportamento social. A Simbologia da "queima dos sutiãs" correu o mundo, Estimulando outras mulheres uma se manifestarem contrariamente a situação social que lhes era imposta. Sendo as mulheres A maioria da população mundial é fácil identificar o risco que é para uma sociedade machista, uma consciência feminista ativa e disposta lutar um. Se já não era mais Possível manipular as idéias das mulheres que faziam parte deste momento histórico, uma opção foi "preparar" uma percepção das Futuras Gerações de mulheres para que Fossem também não influenciadas por tal evento e pela própria luta feminista.
Dezenove anos após "a queima dos sutiãs" foi lançado no Brasil uma propaganda que até hoje meche com o imaginário sexual masculino e teve grande repercussão No futuro comportamento feminino: "O primeiro sutiã a gente nunca esquece". A propaganda "parida cabeça" da do homem conhecido por Washington Olivetto tinha como estandarte uma revalorização do espartilho moderno: o sutiã. Esta indumentária do vestuário feminino havia Sido descartada uma Duas Gerações como uma representação simbólica da libertação do corpo feminino. Mas como é comum, para que tal legitimação se fizesse era compreensível Necessário uma contribuição do próprio oprimido, neste caso um "toque feminino". Coube a Camila Franco Rose Ferraz ea uma construção de um roteiro que reafirmasse como máximas machistas e preconceituosas Dirigidas e induzidas as mulheres. Máximas que já não existissem imaginário coletivo, reafirmassem que o papel social das mulheres como o de objeto de desejo. Máximas revigorassem que valores machistas Morais, como o de que é papel do pai / protetor Apresentar uma menina ao convívio da sociedade, para que esta POSSA ser admirada e despojada em matrimônio, fato nos rituais de passagem comum conhecidos como bailes de debutante ou nas " Festas da décima quinta primavera ". Entretanto uma idéia principal usada para difundir a ideologia machista passou pela pseudolibertação sexual (controle do corpo feminino) e sua sujeição como objeto de desejo masculino. Idéia nada nova, difundida até pela Igreja Católica, e que um é muito estimulada pelos Meios de Comunicação.
Nela e uma mulher seria o símbolo da pureza humano "pecado". A idéia foi realçada pelo fetiche perfeito: usar uma das colegiais imagem. A imagem comum da mídia pornográfica que representaria uma inocência "e malícia", retratando a passagem da infância para adolescência um - momento que uma garota entra em Condições sexuais de procriar.
Vejam o comercial:

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Vencedor dos principais prêmios da propaganda mundial (logicamente por reaffirm valores machistas e usar de técnicas sutis de manipulação), o comercial do "1 º contem um sutiã" singular número de "subliminaridades", de exposição do corpo de uma criança / adolescente que también caracterizados muito bem como exploração sexual.
Na época de uma atriz de 11 anos (idade Regulamentar que determina o limite entre a infância ea adolescência - idade conveniente para expressar uma transição no feminino comportamento) representa uma garota que estaria sem sutiã e que observa que todas as suas colegas obedeceriam escola uma normatividade Indumentária da. Podemos dizer que numa representação simbólica que tal "relaciona também roteiro"-se a metáfora da mulher pós-movimento feminista dos anos 60 e 70, uma mulher que estaria olhando para os comportamentos do passado (das antigas normalistas, garotas que estudavam em escolas de Freiras nos anos 50 e aprendiam um prendadas ser "bem comportadas" e seguir as regras de etiqueta) e os comparando como o da sua geração "bicho-grilo" (sexualmente mais ativas, com muitos parceiros, mas mães Divorciadas ou de produção independente ).
Mas o roteiro "Não se complementa de modo tão simples e reproduz o conceito moral de que é seguindo os estímulos do pai (leia: desejos masculinos), que a garota não se enquadraria comportamento" mais Adequado as mulheres "e, por conseqüência, nos "sonhos" masculinos. A adequação de vontades Explícita fica masculinas na cena final em que um adolescente sem causa é assediada por um jovem com jaqueta estilo "rebelde" dos anos 50.
Mas este não foi o maior dos homens, uma soma ideológica da Psicologia do desejo sexual dentro do marketing e da difusão propagandística da mulher / menina como objeto no cinema, hoje provavelmente tem resultados diretos nenhum comportamento sexual descrito como pedofilia. E não se assustem minimizem e nem o poder que os comerciais de TV Têm na cabeça das Gerações Futuras, pois se você é Capaz de lembrar-se destes comerciais, mesmo que passados cerca de 20 ou 10 anos, é sinal de que as imagens se enraizaram imaginário em seu e provavelmente seu comportamento psíquico Influenciado foi de modo algum. Vamos a um teste: alguém se lembra dos comerciais do "Tio Sukita" dentro de um elevador com uma "ninfeta sexy"?
Afinal esta é uma Função publicitária da propaganda, como está escrito na frase de um livro específico da área sobre como funcionam "Os princípios psicológicos da publicidade", de Armando Sant'Anna:
"A publicidade como provocando emoções nos cuida de indivíduos impulsionar seus desejos latentes com tanta força, que eles se sintam impelidos um trabalhar para poder satisfazê-los".O pior é Percebemos que cerca de duas décadas após uma vinculação de propaganda desta, ocorre um significante Aumento nas denúncias de casos de pedofilia. Infelizmente não se é Possível Avaliar se aumentaram os casos ou se apenas estão sendo mais expostos a público, mas é muito provável que se analisarmos o modo como eles tem exercitado os seus atos - a partir de "presentes" dados uma crianças - veremos uma similaridade etária com o homem desta campanha publicitária. Ou seja, poderia ser qualquer homem adulto aquele que aparece no comercial seja parente ou não da suposta adolescente. Para que isso culminasse propaganda nesta "original", não faltaram estímulos na época. Por influência da mídia, num espaço de 10 anos após uma manifestação, como os casos dos filmes Menina Bonita (1978) e A Lagoa Azul (1980), ambos com uma mesma atriz norte-americana (Brooke Shields), reforçam tal tese.
Se apesar de tudo, ao menos o primeiro abordava o tema da exploração sexual na infância, mesmo que Expondo o corpo da menina ainda Brooke Shields, o segundo era pura ideologia patriarcal que reconstruía o mito machista de Adão e Eva para uma futura "eco Geração -Vega ". Ambos cansaram de passar na TV nos anos de 1980 eo segundo passa pelo menos tres vezes no ano nas Sessões da Tarde. Horário bem próprio para crianças se encontrar em casa e mulheres.
Com a "emancipação feminina" a pleno vapor nos anos de 1980 (saída ao mercado de trabalho e Equiparação dos cargos e salários, o controle da maternidade - "a pílula", o fim do casamento como "única alternativa profissional", etc, ), é lamentável observarmos que o debate sobre uma condição da mulher na atualidade se encontra num histórico refluxo. Basicamente um resumido questões pontuais de legalização (fazer um aborto Igualdade salarial e violência familiar). Um grave erro já que em sua origem radical na WRM Direitos Humanos (American Woman's Movement), em 1848, o Estado (as Leis) - junto com uma Igreja ea Família alvo o - era diretor do movimento feminista. Isso quando o feminismo não está totalmente deletado do cotidiano feminino.
Neste sentido citamos "o filosofo alemão sifilítica FWN":
"Imagina-se uma organização jurídica geral e soberana, não como uma arma para a luta, mas como uma arma contra a luta" - A genealogia da moralÉ ..., vivemos uma das fases mais conservadoras da história recente das mulheres e, quiçá, do mundo. O reacionarismo existente nesta propaganda se não foi mais um colaborador deste fato no Brasil, ao menos, foi um visionário do futuro que se projetava para as mulheres após a fase radical da última onda feminista. Namoro na TV, anel de castidade, sonho de moda e modelo (a nova Miss Universo), os cosméticos assumiram (que o papel dos eletrodomésticos) são os temas em voga por influência das Vogues da mídia.
Logicamente uma descrença geral Possui relação como o fim da URSS - que havia trazido poucos avanços para a questão das mulheres - e do ideal da revolução popular, ocorrido nenhum fim da década de 1980 e início da década de 1990 - que em muito para esta influenciaram estagnação.
Acrescente a isso a ideologia massificada na mídia geral de que o capitalismo não acabará logo mais e se compreende, mas não se justifica, que quase todos os movimentos de maior repercussão das décadas de 1960 e 1970 (Feminista, Negro, Gays e Lésbicas, Ecológico ) Agora Vivem de discursos do tipo inclusão social ", Atos de festivas" manifestações "ou de Interesses de" Desenvolvimento Sustentável ". Todos muito bem Explorados pelos discursos políticos conservadores. "Utopia" é a palavra da moda quando, numa conversa, idéias radicais se manifestam. Entretanto é uma idéia dubia em relação ao "certo" e "errado", em relação a sexualidade do e nocivo do permitido, (ou seria permissivo?) Quem sabe é a nossa maior chaga da ressaca ideológica dos comerciais publicitários dos anos de 1980.
A sexualidade Deve ser muito bem controlada para uma manutenção e estímulo do mercado do sexo. E é muito bem utilizada para a manipulação e para o controle do corpo feminino. Tanto a pornografia ou "a pureza da imagem" pode ser utilizadas em comerciais de diversas maneiras, mas com o mesmo intuito. Uma mulher seminua não comercial de cerveja pode ter uma conotação de vulgar, de "errado", mas atende aos desejos e Interesses masculinos; já uma adolescente de 11 anos ganhando seu primeiro sutiã foi passada para uma sociedade de forma pura ".
Mas não tem porque é uma criança "vestida de anjo" que o comercial não terá conotação pornográfica "/ Erotica". Na verdade, vai ser bem mais por sua perverso "cortesia". Pois uma propaganda de sutileza tal tende a nos direcionar para uma negação da sexualidade, reprimindo-a. Tende a nos induzir uma não observar o que realmente acontece, pois o politicamente correto que se impõe crianças sexualidade Possuem não (mentira obvia), não se pode ter uma sexualidade despertada pela imagem dela. E assim, negamos o que vimos. Ou seja, se você identificar algo erótico, vulgar ou pornográfico nas imagens de TV seria porque estes são seus desejos? Ou seria o caso de admitir que estamos sendo manipulados? Mas já que estamos numa sociedade individualista, já que cabe a culpa, a culpa "então acaba sendo individualizada. A culpa recai sobre As Vítimas denunciam que tais atos, pois Possuem uma mente poluída ou suja - como se ainda existi-se algum lugar no mundo que já não tivesse Sido infectado pela história das Indústrias Química. Ficando assim a máxima de que "cada cabeça é um mundo" e "uma maldade esta na cabeça de cada um".
Maçãs Podres Mas nós não nos enganamos, que neste universo "é a humanidade" não existe ou existiu uma só pessoa que não soubesse diferenciar o que é ou não opressão e exploração. Ainda mais quando o fato se dá no campo da sexualidade. Analisando como a mídia utiliza a mulher ea criança para vender produtos de diversas origens, desde um carro até uma boneca uma idéia sempre é Oferecida como proposta de presente compra (/ Troca), de futuro tempo (em e) questões resumem que uma mulher como Objeto de desejo, mãe e esposa sorrisos "com de creme dental e felicidade de margarina".
A condição torna-se ainda mais degradantes quando ficamos sabendo que os comerciais dos produtos vendidos para um Serem as mulheres tem - digamos - uma "essência masculina". Por exemplo: uma frase do comercial "o primeiro sutiã a gente nunca esquece" foi inspirada em vários homens ligados um virilidade sexual como o Pelé (representante da destreza física - "a primeira Copa a gente nunca esquece"), Ayrton Senna (representante da Projeção do Automóvel num falo - "a primeira Ferrari a gente nunca esquece"), segundo o tal de Olivetto. Assim, uma visão de mundo que se vende para as mulheres uma visão Têm é que os homens do mundo. E o maior maleficio é a contribuição das mulheres para tais vendas.
Um conectivo curioso que ambos Pelé e Ayrton Senna relacionaram se, ao menos, com uma mesma mulher que tem muito em Importância para uma exposição do corpo feminino como produto e objeto de desejo: Xuxa. Mesmo não nos Aprofundando nas critica ou análise dos fatos que Envolvem a imagem que projetaram desta mulher, e que ela aceitou, lembraremos apenas que se alguém procurar imagens do filme de 1979 (Amor, Estranho Amor) ou programa Xou da Xuxa logo identificará conotações objetivas adultocêtricas sexuais machistas e, referentes a infância, reafirmando valores de segmentação sexual das crianças em jogos de "meninos contra meninas", além de fortes conotações racistas e pedófilas.
Se não é nenhuma novidade que a "História Oficial Constitui"-se numa compilação de fatos parciais e que a intenção é de construir uma consciência de passado a partir da visão de mundo dos opressores. Ou que parte do controle social se dá na tentativa de forjar uma realidade que justifique os níveis diferentes de dominação, ou seja, de se Criar um "passado" Capaz de naturalizar as diferenças sociais, dando-lhes um caráter de imutabilidade essencial e impotência revolucionária . A novidade é percebermos que toda "ficção" é uma propaganda de marketing em que projeta nossa consciência não só o presente um ser comprado, mas um futuro desejado. Desejado por nossos opressores. Um futuro de opressão camuflada.
Se a interpretação "do passado real, em nada pode alterá-lo em seus fatos concretos, em favor da manutenção dos Privilégios sociais, uma memória artificial construída Sido não tem futuro e Amplamente difundida pelos Meios de Comunicação. Mas se a "História Oficial" pode ser desmascarada, mais complexo é desconstruir uma consciência coletiva das pessoas quando "estas lembranças do futuro" didáticos não se encontram escritas em livros, mas sim nos valores morais surgido das propagandas de TV que impregnaram se no imaginário coletivo.
A manipulação dos registros humanos na "História Oficial visto mascarar" o resultado transformador das lutas dos que se rebelaram ao longo do tempo. Mas como não foi (e não é) Possível Prever com plena exatidão o resultado total do comportamento humano, uma tentativa de Criar Mecanismos de luta e da deslegitimação dos símbolos feministas, nos comerciais e anúncios publicitários, también ter gerado uma reação imprevista. Uma reação que estimulou desejos sexuais reprimidos pela civilização e repudiados pela Maioria dos Homens e Mulheres. O pior que é como Vítimas desta manipulação não são os Próprios e sim como repressores Nas mesmas Vítimas da opressão, ou seja, neste caso específico, mulheres e crianças. Se não é ou foi Possível Viajar no tempo e espaço e transformá-lo concretamente, apagando "o fogo dos sutiãs de 1968", parece ter Sido Possível uma implantação de um chip de memória futura, uma projeção ideológica de um futuro sutilmente idealizado pelos opressores .
Como nós não temos Maçãs Podres pudores, lançaremos um vídeo completamente com nossa parcial "Versão Oficial" dos fatos aqui analisados, mesmo que a denúncia venha em tom de ironia, A função é mostrar uma manipulação histórica das mulheres da Imagem / crianças / adolescentes nas Propagandas de TV e programas ditos "infantis". Nosso um deboche é fruto podre não temos Desrespeito que uma qualquer pessoa (homem ou mulher) que ceder aos Interesses ideológicos citados não induzem um texto e condicionamentos psicológicos e comportamentais nas crianças facilitarem para uma manutenção do machismo.

Assistam os vídeos e tirem suas próprias conclusões:
video video
Vídeo denúncia Deboche vídeo

5 comentários:

MONICA disse...

Sim,sim,sim,demos uma virada pérfida mesmo,não foi?Eu vejo o nosso comportamento humano como bastante fútil,nocivo mesmo,e a cada ciclo,cada geração ele(o comportamento) tende a intensificar.A propaganda,hoje mais chamada de marteting,ela faz seu papel maravilhosamente-ela vai cada dia incutindo nas crianças a necessidade de ter,porque ter virou sinonimo de ser.A tiazinha loira que estava no vídeo,levou milhares de garotas a quererem ser como ela,e cada dia mais todos os meios de comunicação fazem refens."Se pagar bem,que mal tem?"ouço isto bastante.Garotas empobrecidas,nem tanto,querem seu dinheiro,sua independencia,sem muito esforço,porque muitas sabem que é sómente indo estudar é que poderão ter a chance de serem livres-aprendendo a pensar por elas mesmas,aprendendo a dismistificar todo o embrólio machista nocivo.
Uma dos poucos consolos que tenho,dos dias atuais é que a mesma midia que massacra,ela serve como veículo de exposição de muita crueldade contra as meninas,e mulheres.Eles estão sendo expostos,muitos presos.

Tokugawa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Madressilva disse...

Sinistro este lance de "a maldade está na cabeça de cada um".Pude ver claramente como o sistema funciona bem quando discuti com meu pai sobre o comentário dele a respeito dos uniformes das atletas numa competição internacional de atletismo.Ele elogiou a braisleira do salta a vara porque estava com um micro-short cavado na bunda,em contraste com as de outros países.Perguntei porque esta mania de bunda e porque o da brasileira é que é o certo sendo que nenhum homem estava daquele jeito...bom,já podem imaginar qual foi a reação.
Se a maioria das mulheres não reclama e acha normal personificar um objeto sexual,fica impossível avançarmos.

Jéssica disse...

Caramba!!!! Eu adorei este Blog...Realmente, o comportamente nosso diante dessas ofensas indiretas que temos em nossa rotina, como é dificl ter uma visão das cosias que são ditas como normais , e se contestadas somos vistas como "psicada e chata". É como se fossemos produtos mesmo a serem consumidos.
ótimo!!!

yumehayashi disse...

"Maçãs mais lidas" bombando XD!! muito maneiro ver o pessoal acordando para este lance de vulgarização.

Só não vi vcs comentando aquela propaganda da Dulorem,Demillus,(??) aquela da Gisele Buchen.Não cheguei a ver,nem posso comentar nada,só sei que no final tiraram do ar e teve muitas manifestações machistas,algumas contendo ódio,em toda parte.