24 de jan de 2012

ESTUDANTE NEGRA É ENFORCADA PELA POLICIA DO RECIFE NA FRENTE DAS CÂMERAS DA IMPRENSA

Após dois merecidos meses, nós GRIF MAÇÃS PODRES estamos voltando a ativa. 
Retomamos os estudos. Novos membros entrarão no grupo. Nos associamos ideologicamente a uma legião.  Porém, hoje começaremos com a divulgação de mais uma das várias violências Policiais que vem ocorrendo no Brasil nestes últimos meses.
Em especial vamos destacar esta por toda a sua simbologia política para o feminismo, por comprovar que as forças do Estado são patriarcais e que suas armas e braços são dispositivos de controle dos falos dos machos burgueses. Reparem que em vários momentos a garota é arrastada pelo pescoço sem tocar os pés no chão.
Estas imagens são um ataque explícito de um PM a uma jovem estudante negra do Recife nos protestos que estão acontecendo por lá contra o aumento das passagens de ônibus. As imagens nos foram apresentadas a pedido de jovens que residem na cidade e que se encontram atônitos pela baixa repercussão do fato, sendo este inclusive registrado pela imprensa oficial.
Avisamos que as imagens nos vídeos são fortes e pedimos apenas que sejam compartilhadas no Facebook para que ao menos seja demostrada uma maior indignação...

     

Somos um@ - Uma legião
SOMOS MAÇÃS PODRES- SOMOS ANONYMOUS

2 comentários:

Vivi PSOL MES SP disse...

é um absurdo total, machista, racista e como os abusos policiais agora estão sendo tratados como normais pelas autoridades...

Vcs viram estes outros dois casos em SP?
http://juntos.org.br/2012/01/nota-do-juntas-de-repudio-ao-estupro-de-uma-estudante-da-usp-por-um-pm/

http://juntos.org.br/2012/01/nota-do-juntas-de-repudio-a-agressao-a-uma-estudante-gravida-na-usp/

Saudações socialistas e Feministas
Vivi SP

GRIF Maçãs Podres - Anonymous disse...

Vivi
sim, sim,
mas a soma destes casos de violência policial não são nada incomuns,dada a funcionalidade histórica das forças policiais, todavia parece que só estão emergindo ao grande público os fatos em que os dispositivos de repressão estão direcionando seus ataques para ações de manifestação estudantil, das duas uma: ou estamos vivendo um momento semelhante ao início do golpe de 64, ou as barbaridades dentro das comunidades agora não ocorrem mais. Na real, por que será que a grande mídia dedicou mais tempo as manifestações na USP do que em Pinheirinho? Será que é porque tais ações estão atingindo os filhos da classe média? Ou a grande mídia é a polícia sem farda?
Não queremos desmerecer nenhum caso, apesar de só termos noticiado o de Recife, dado seu registro emblemático, mas é bom ficarmos de olho, pois virão tempos difíceis dada a proximidade da Copa, as crescentes manifestações anti capitalistas e a especulação imobiliária.