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14 de nov. de 2011

EM TEMPOS DE UPP: O quê o feminismo virtual deve aprender com o grupo Anonymous?

Em fim todo o treinamento imposto às forças armadas brasileiras no Haiti, MINUSTAH,  se consagra. As tropas militares do Estado parecem ter ocupado com “sucesso” as áreas onde residem os resquícios históricos da escravidão carioca. Não foi por acaso que o Capitão de Mar e Guerra dos Fuzileiros Navais declarou a impressa global: “estamos prontos para a guerra”. Não é atoa que a policia militar recebe este nome, seu treinamento é militar, logo treinamento de guerra, por isso se explicam as costumeiras atrocidades cometidas pelas forças legalistas contra a população em todo o Brasil. ora xota, se a policia está em constante estado de treinamento de guerra e “não estamos em guerra”, logo seu inimigo é o povo, seja ele “bandido” ou trabalhador. Todavia este texto não se objetiva em focar os processos ou intenções envolvidas nas ocupações da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu e sim que compreendamos a evolução histórica do que atualmente acontece no mundo, pois estas ações de ocupação não ocorrem sem representar um significado contrarrevolucionário, uma ação muito mais abrangente de dominação sobre as liberdades individuais e possibilidades de plena libertação humana.

24 de mai. de 2011

A verdade sobre o caso Strauss Kahn e os absurdos de Arnaldo Jabor sobre os crimes sexuais

Nafissatou Diallo
Provavelmente não ouviríamos falar de Nafissatou Diallo se esta não fosse a corajosa mulher que denunciou o ex-chefe do Fundo Monetário Mundial, Dominique Strauss-Kahn, por violência sexual e tentativa de estupro.
Quando a notícia da prisão de Dominique Strauss-Kahn se espalhou nas grandes mídias brasileiras, poucas opiniões sobre o assunto exteriorizavam algo além da descrição dos fatos e das conseqüências que o mesmo teria sobre a política econômica mundial.
“Estupro” ainda era a palavra usada como manchete do fato. Porém, com o passar das horas, o que antes era estupro passou a ser chamado de “escândalo sexual”. E em todas as redes de TV do Brasil, DSK saiu da condição de estuprador para “mulherengo”, um político de “impulso sexual incontrolável”, ou seja, “um homem em estado bruto”.

1 de mar. de 2011

Tráfico de mulheres, Barriga de aluguel e Cárcere privado de Travestis e Menores homossexuais – A Fazenda de Bebês na Tailândia e as senzalas da Exploração Sexual do Patriarcado

Fazenda de Bebês na Tailândia
No dia 25/02/2011, o portal G1 lançou a notícia estarrecedora: “a polícia da Tailândia fechou uma fazenda de bebês”.
Segundo informa o G1, um grupo de chineses administrava uma firma de barriga de aluguel, num sítio em Bangcoc, que funcionava pela internet e “requisitava” mulheres vietnamitas para o “serviço”, com a promessa de pagar (US$5,5 mil) e privacidade aos “clientes”.
Entretanto, ao chegarem na casa, as mulheres tinham o passaporte apreendido e, ao que parece, não recebiam nada pelo aluguel do útero.
No dia da batida, denunciada por 4 mulheres a embaixada vietnamita,  13 mulheres estavam na “fazenda”, sete estavam grávidas e uma tinha feito um parto a dois dias, em um hospital, no distrito de Min Buri.

1 de fev. de 2011

STJ "revoga" a Lei Mª da Penha e outras politicas que prejudicam as mulheres

ENQUANTO O MINISTÉRIO DA SAÚDE EXIGE NOTIFICAÇÃO IMEDIATA DE CASOS DE VIOLÊNCIA

Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2010, "mostram que 91% da população brasileira é a favorável que haja investigação criminal em casos de violência doméstica mesmo que a mulher não apresente ou que retire a queixa".
 Em "consenso" com a "vox populis"  foi publicado (26/01/11)  pelo do Ministério da Saúde um documento (a Portaria n° 104 do Diário Oficial da União) que estabeleceu a nova Lista de Notificação Compulsória (LNC) para profissionais de saúde e ensino públicos, elencando a violência doméstica como um dos casos que devem ser obrigatoriamente notificados as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. 

STJ ALTERA LEI Mª DA PENHA
Em contrapartida, cinco dias após (31/01/11) “a 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que os processos referentes a  Lei Maria da Penha poderão ser suspensos condicionalmente de dois a quatro anos, de acordo com o comportamento do réu e a possibilidade de reparação de danos causados à vítima. A decisão do STJ altera o entendimento anterior, que proibia a suspensão de processos mesmo quando a vítima da agressão assim o desejasse. Ou seja, a partir de agora, a Lei pode passar a ser ignorada em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher".
Explicações para o fato:

25 de jan. de 2011

DADOS ATUALIZADOS DE ESTUPRO e a VIOLÊNCIA POLÍTICA como arma antifeminista

Dois dados recentes comprovam ha quantas anda o antifeminismo no Brasil. Ambos apontam o quanto as mulheres se encontram em condições vulneráveis no que se refere a duas questões cruciais para o feminismo:  os direitos sexuais/reprodutivos e a violência sexual.
Abaixo, disponibilizamos um gráfico da pesquisa do Datafolha (10/10) que comprova o retrocesso de aceitação popular, a níveis anteriores a 1993, referente um dos temas dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e, depois, os dados do relatório divulgado (01/11) pela Divisão Especializada em Atendimento à Mulher de Belém do Pará, com  a média alarmante de 1 estupro por dia.

7 de out. de 2010

Dilma é Pró-vida (das mulheres) ou Pró-Aborto?

Carta de Dilma para os Cristãos
Uma semana antes da eleição se intensificou na net a divulgação de emails e notícias que afirmavam que a candidata do PT seria pró-aborto. Nas "análises políticas" que ocorriam durante a apuração, domingo passado, esta hipótese foi levantada na tentativa de explicar os motivos que fizeram Dilma não vencer no 1º turno, como apontavam as pesquisas eleitorais.
É engraçado observar como os conservadores combatem o conservadorismo: o PT criou a imagem da "Mãe Dilma" e "os partidos de Direita" se fundamentam na religiosidade para criarem argumentos contra Dilma. "Mãe é aquela que pariu, mas se Dilma é favorável ao aborto, logo não é mãe", pensaram os partidários do "PSDbeus ".
Como as Maçãs Podres não possuem pudores relisiosos, vamos pegar uma onda na moral conservadora e argumentar com ela só pra mostrar sua contradição.
Hoje, o MSN publicou uma entrevista do Ciro Gomes em que ele sentencia, irônica e contraditoriamente, que "ninguém é a favor do aborto". Abaixo vai o trecho da entrevista do coordenador de campanha do PT, Ciro Gomes :

21 de ago. de 2010

Dilma e a Mística Feminina - Uma séria análise do Essencialismo na Campanha do PT

DILMA 3X4
História de uma guerrilheira
Antes de tudo, podemos dizer que Dilma Rousseff representava toda a proposta que designamos como primordial para o conceito de "Maçãs Podres". A proposta da insurreição feminista armada, capaz de desmistificar o mito da fragilidade feminina, foi a “inovação” que fez do blog um sólido espaço de debates, e algumas polêmicas.
Dilma representava todos os princípios pregados pelo feminismo dito “utópico”: rompeu com a construção social que lhe deram na infância ao abdicar da condição de classe burguesa e de mulher, aderindo à luta armada contra a ditadura. Sua capacidade intelectual e de liderança foram ostensivamente reprimidas pelo Estado militar e, mesmo com toda a força do machismo, Dilma era respeitada como uma igual por seus companheiros de luta.
Se ainda hoje os movimentos sociais são extremamente machistas, se o Estado ainda representa o poder institucional masculino, se o espaço público ainda é destinado aos homens, imaginem em 1967 quando a jovem Dilma se rebelou contra toda esta opressão e se estabeleceu como uma referência dentro dos movimentos de guerrilha.
Levada a sofrer tortura por 22 dias  e permanecer quase três anos prisa, Dilma dentro e fora da cadeia viveu como qualquer "homem/mito" que um dia teve limada sua liberdade. Ela enfrentou a morte na busca por seus ideais, quebrou as regras sociais, desobedeceu as normas legais, falsificou documentos e se desprendeu do consumismo fútil. Não houve em sua história de cárcere e luta uma só conotação que viesse a reproduzir qualquer estigma destinado as mulheres. Dilma era mais que um homem, tornara-se então um ser humano pleno, independente de sua determinação social.
Assim, Dilma Rousseff não nasceu mulher, tornaram-na. Assim, Dilma criou sua própria existência durante o período mais fudido da recente história brasileira. Dilma atingiu a transcendência humana pregada por Simone de Beauvoir. Mas hoje, infelizmente, ela pode atingir o mais alto cargo do poder político, tornar-se novamente uma mulher. É o preço a pagar pela sujeição do jogo político masculino? 
Abaixo fazemos uma séria análise da perseguição que Dilma vem sofrendo por parte dos machistas conservadores de direita e da destruição de sua história de vida, pelos machistas de esquerda, tudo isso apenas para participar do “mundo dos homens”, não do modo que ela quis, mas do modo que eles instituíram para nós mulheres. Por isso pedimos que leiam os textos abaixo com os mais conscientes olhos feministas.

OS ATAQUES DA DIREITA
A Globo mira em Dilma

Capa da Época após o 1° anúncio
da liderança de Dilma nas eleições
Passávamos de ônibus, e vimos uma capa de uma revista de direita que nos chamou a atenção. Ao descermos do “coletivo”, percorremos duas bancas de jornal de jornal e em ambas a edição estava esgotada. A imagem que nos atingiu em cheio, não só teve impacto em nossas mentes podres. Apenas num Shopping, conseguimos um exemplar da revista Época que estampou uma foto de Dilma Rousseff na capa. Mas não era uma foto qualquer, e sim uma imagem típica das que eram tiradas pelo Dops no período da ditadura militar.

15 de ago. de 2010

O elitismo de Maitê Proença (e Rita Lee) contra Dilma Rousseff (e Marina Silva) na presidência

O Elitismo Cultural em favor das Desigualdades Humanas

Símbolo do elitismo social brasileiro, o Sr. Caetano Veloso declarou há quase um ano seu apoio a candidatura de uma mulher: MARINA SILVA. O fato seria louvável se não refletisse as deformações do patriarcado, em específico, a desigualdade referente a classe econômica (click na foto ao lado). O motivo do dado apoio, não foi a história de luta da candidata ou sua condição de oprimida (fêmea), mas o que ela tem de elitista: o diploma universitário. Por considerar o atual presidente “analfabeto, cafona e grosseiro”, o Sr. Veloso se pôs ao lado de Marina Silva por pura consciência de classe burguesa. O exemplo do Sr. Veloso ecoa agora com a entrevista de Maitê Proença ao Blog do Estadão, e a dubitável declaração de Rita Lee num dos seus shows. Estes posicionamentos objetivam a discussão: “eleger/incluir uma mulher no parlamento masculino significa desconstruir os valores estruturais do machismo" (a desigualdade entre as pessoas)?

Maitê Proença:
"Uma branca de neve"
Na semana passada, a atriz global Maitê Proença declarou ao Blog do Estadão algo como: “que os machos selvagens nos salvem da Dilma”. A declaração é complicadíssima, pois a Sra. Maitê é uma mulher vítima de diversos níveis de violência do patriarcado. Aos 12 de idade, a atriz teve a mãe assassinada pelo pai por adultério. Aparentemente depôs em favor do pai (testemunha de defesa dele) o que a colocou em oposição com o resto da família. Anos depois ele se suicidou, após pedir que promovessem uma eutanásia, devido a um câncer no cérebro. Teve um irmão que morreu de alcoolismo no seu colo. E alcançou o auge profissional fazendo uma cortesã. O sucesso se deu, menos por seu talento de interpretação, mais pelas constantes cenas de nudez da novela “Dona Beija”. Como consta em sites da net, em seu último livro (“Uma Vida Inventada” - teoricamente autobiográfico) aos 16, fez um aborto. Mas a pergunta que nos fizemos é: “por que com uma vida tão agredida pelo machismo, a atriz não questionou mais profundamente as estruturas do patriarcado, antes de sua declaração”? Veja abaixo a declarção da global:

9 de ago. de 2010

A Liga Brasileira de Lésbicas REPUDIA prêmio da Secretária de Políticas para as Mulheres

Por tudo que nos aproxima, nos sentimos contempladas com a nota de repúdio escrita pela Liga Brasileira de Lésbicas e por meio desta postagem assinamos em baixo do texto que se manifesta contra a premiação da Avon pela Secrataria de Políticas para Mulheres. Abaixo segue a nota de repúdio na íntegra.

Nota de repúdio à vitória da Avon

A Liga Brasileira de Lésbicas vem por meio desta manifestar sua indignação com o prêmio dado pela Secretária de Políticas para as Mulheres para a multinacional Avon. A Avon é uma notória exploradora do trabalho feminino. Mantém uma rede de milhares de revendedoras, sua maioria de baixa renda, que trabalham dia e noite sem seus direitos trabalhistas básicos contemplados. Ainda, a Avon vive da exploração da imagem feminina, idealizada em um padrão de beleza irreal que reduz a mulher ao seu corpo. Para alcançar esse padrão, milhões de mulheres se submetem, todos os anos, a intervenções cirúrgicas estéticas e a produtos “embelezadores” com potencial para prejudicar a saúde. A Avon não está preocupada com o bem-estar das mulheres, sua visão das mulheres se reduz a nos ver como consumidoras de seus produtos caros, produtos estes vendidos sob uma forte propaganda da mulher que só é perfeita e feliz se atender aos padrões de beleza impostos.

6 de jan. de 2010

Prostituição, Futebol e Feminismo

“Durante as guerras, ninguém exibe um patriotismo tão agressivo quanto às prostitutas”

Na África do Sul a Comissão de Reformas Legislativas está analisando uma proposta de lei, visando “os benefícios das prostitutas”. A regulamentação do trabalho sexual tem como proposta formalizar a “profissão do sexo”. Em termos trabalhistas as prostitutas teriam seus diretos assegurados por lei, assim como ocorre na Alemanha desde 2002 e em outros países da Europa. As “profissionais do sexo” teriam direitos como férias e seguro-saúde. Como justificativa, a experiencia alemã comprova que a legalização da prostituição não resultou em um aumento significativo desta atividade, além de assegurar aos “clientes” mecanismos de proteção a saúde e segurança pública. Tal lei apresenta-se como forma de permitir o trabalho sexual em áreas fiscalizadas pelos órgãos de controle social do governo e a “preocupação” se explica por dois fatos: o grande número de infecções do HIV concentrada no país e a realização da Copa do Mundo de 2010. Segundo o diretor da ONG SWEAT, Eric Harper:

13 de dez. de 2009

A Democracia Falocrática

Como a Censura Funciona no Brasil
Não é segredo pra ninguém que o Brasil é um país machista. Qualquer cidadão com um mínimo de senso crítico pode assim constatar. Se é tão evidente a violação dos direitos humanos das mulheres, então por que nada é feito? Simples, porque democracia no Brasil é a expressão política do machismo, é o direito irrevogável do macho brasileiro, cujo status privilegiado o torna quase um “Deus”. Ou seja, só confirma que toda a estrutura social faz o mundo ser feito para os homens.
Nesta democracia, o direito “sagrado” do homem é de ter a mulher mercantilizada. Seja no casamento, no namoro, na amizade, na pornografia ou na prostituição, este direito permanece intocável e garantido sob a forma de “liberdade de expressão e sexual”. Assim como os demais direitos de violência sobre nós: o humor que ridiculariza as mulheres fora dos padrões de beleza e objetifica aquelas que nele se enquadram, as cantadas que submetem as mulheres a satisfação do desejo masculino, a ridicularização do movimento de defesa dos direitos humanos das mulheres ( leia-se: feminismo), o assédio sexual, e por aí vai, tudo levado no tradicional “clima de descontração” do povo brasileiro.

15 de nov. de 2009

O Caso Uniban: “O crepúsculo dos ídolos”

UMA ANÁLISE SÉRIA SOBRE NOSSAS ESCOLHAS

A consciência feminista é o único meio extremamente radical para a transformação desta sociedade. Podemos citar vários exemplos de momentos em que a consciência feminista seria definitivamente revolucionária. Ao invés de uma ditadura do proletariado na URSS, o projeto anticapitalista soviético poderia ter sido: “uma ditadura feminista do proletariado”. Mas, isso não ocorreu. Em escala infinitamente menor, continuamos errando quando nos voltamos a lutar contra o sistema econômico de classe sexual. Estamos falando do “Caso Uniban”.
Assim como várias mulheres, Geisy é uma pessoa que não tem o entendimento profundo desta sociedade. Infelizmente, isso fica óbvio no modo em que se submete a mídia e em suas falas: "As loiras têm um charme diferente. O meu sonho era ter um cabelão poderoso como o da Claudia Leitte". E na infeliz escolha de um vestido que serve somente para despertar desejo masculino. Sem a ciência do que significa o machismo, Geisy se permite manipular pelos fatos que a cercam. Ela permite que outros tracem os rumos de sua existência. Primeiro, os homens como um todo, pelo modo em que se vestiu. Segundo, os alunos da Uniban que a expuseram publicamente a um assédio coletivo. Por fim, a grande mídia e a Universidade Bandeirante, e logo mais a “justiça” do Estado, que a transformarão em um ícone passivo das decisões de sua própria vida.

5 de nov. de 2009

O Caso Uniban: "NÃO EXISTE PECADO DO LADO DE BAIXO DO EQUADOR?"

EDIÇÃO EXTRA

Em comemoração a morte de Lévi-Strauss, devido aos e-mails que recebemos, em especial do camarada Carlos Wellington, e as rasas críticas pós-modernas publicadas nos "conceituados jornais", como a Folha de São Paulo, decidimos escrever "poucas" linhas sobre o fato ocorrido na noite de 22 de outubro de 2009 que ficou conhecido como "Caso Uniban". Procuramos analisá-lo por perspectivas outras que venham a traçar sólidos questionamentos capazes de fugir da hipócrita "indignação" difundida nos veículos de mídia machista e que também não reproduzam o simplismo de uma denúncia que se caracteriza um viés "ético de altruísmo cristão". E, para pensarmos, o finaliazmos com as preocupações de mulheres e homens que lá "estudam".

3 de out. de 2009

Guerrilheiras Anônimas


Exército de Libertação Nacional

Mulheres em Formação

Exército de Libertação nacional do Irã. Essa organização atua no Irã, e foi criada na década de 60, e começou lutando contra as influências ocidentais em seu país. Mescla marxismo e islamismo e já foi o grupo armado mais ativo do Irã. Recentemente, seus alvos passaram a ser lideranças religiosas.
Os principais atentados: o grupo é acusado de ter matado militares dos EUA nos anos 70. Em 79, teria apoiado a tomada da embaixada norte-americana em Teerã. Em 92, conduziu ataques a embaixadas iranianas em 13 países. No ano passado reivindicou dezenas de ataques contra prédios governamentais e militares no Irã. O grupo tem milhares de militantes.
A foto é de mulheres do NLA no campo de treino de soldados femininos do Exército de Libertação Nacional (NLA do Irão). Elas estão em formação com AK-47S, situadas num campo de treinamento ao leste de Bagdá, Iraque. As mulheres representam quase metade dos NLA, o braço armado da Organização Mujahideen Khalq, um grupo dissidente iraniano.

7 de jun. de 2009

Dilma para presidente...

ou presidenta Dilma?
Vocês se acham feministas? Já tiveram dúvidas se suas idéias são realmente suas ou se são réplicas dos discursos dos homens que admiram? Vocês se acham machistas? Nós mulheres somos...
“Embora as politiqueiras feministas admitam que as mulheres devem se organizar em torno de sua própria opressão da maneira como elas a sentem, que elas podem realizar isto de um modo melhor através de grupos independentes, e que a concentração principal de todo grupo de mulheres deveria ser nos problemas das mulheres, todo esforço é feito ainda visando adaptar essas atividades as analises esquerdistas existentes e as estruturas prioritárias – nas quais, naturalmente, as mulheres, nunca vêm primeiro”. - Shulamith Firestone

Quem não conhece uma mulher atuante do movimento que dá palavras de ordem, que se indigna e se manifesta contra as injustiças, que se acha mais “consciente” que as outras, que se sente porta voz das outras mulheres e aquelas que só se manifestam para dar peso final a uma decisão? Olharam no espelho? Ainda não?